P O R T F O L I O

Teatro da Pombagira Demonios por Chico Castro

Demønios

Demønios é um híbrido de dança, performance e teatro físico que traz uma reflexão cênica sobre três perigos que rondam o universo homoerótico contemporâneo: a lógica consumo-descarte do sistema socioeconômico; a melancolia e os transtornos psíquicos como sintomas da falência do sujeito; e o neofascismo conservador que avança de forma cada vez mais assustadora.

Clique para ver mais.

Teatro da Pombagira em A Fome da Carne

A Fome da Carne

Sua carne tem fome do que? Como podemos ouvir as súplicas do corpo em nome da mais sagrada fome: o desejo? Buscando dilacerar essas questões do corpo homossexual masculino de forma íntima, visceral e poética. Com A Fome da Carne o Teatro da Pombagira dá sequência a sua pesquisa Homo Eros, agora em vídeo. Celebrando a potência dos corpos que desprendidos da cultura conservadora dos dias atuais flertam com suas peles e entranhas numa vertigem erótica e irracional.

Clique para ver o vídeo completo.

Teatro da Pombagira em Sombra por Lucas Evangelista

Sombra

Em Sombra, inspirado no livro de Alberto Manguel A Biblioteca à Noite, o Teatro da Pombagira fala da censura do conhecimento e dos corpos; de repressão, julgamento e necropolítica, imergindo o público em um ambiente que revela as obras que foram deixadas nas prateleiras mais altas, trancadas ou até mesmo retiradas de circulação, seja por seu conteúdo queer, erótico ou fantasioso. A ação performativa acontece em vários níveis, transformando o espaço físico, ampliando ações de pequena escala projetadas ao vivo em uma tela monumental e criando assim um ambiente audiovisual surreal e altamente erótico.

Clique para ver mais.

Teatro da Pombagira em Pele Digital

Pele Digital

O que atravessa a sua Pele? Em Pele Digital essa pergunta norteou um processo criativo onde os performers foram buscando responder à provocação criando uma “cenografia corporal” como forma de criar uma paisagem visual para suas verdades, traumas, anseios e particularidades a partir de suas vivências mais singulares.

Clique para ver o vídeo completo.

Teatro da Pombagira Narciso

Narciso

O mito do Narciso é constante em nosso cotidiano homoerótico. Um sempre quer o outro mais belo, e o mais belo com o mais belo ainda e assim por diante. Gerando um ciclo vicioso de egos, filtros, poses, comportamentos e tesão na imagem. Um corpo sozinho em cena, diversas imagens, questionamentos, radicalidades e potência, assim como o aprisionamento, vício e decadência da era da imagem, do belo.

Clique para ver mais.

Teatro da Pombagira Anatomia do Fauno

Anatomia do Fauno

Inspirado pela poética utópica de Arthur Rimbaud, que sonhava com uma língua universal sem palavras que tocasse diretamente os sentidos, “Anatomia do Fauno” atua nos limites entre o teatro e a performance. A figura mitológica do Fauno, retirado de seu ambiente natural e posto numa cidade como São Paulo, é um fio condutor para essa jornada pelas sombras e luzes artificiais das noites metropolitanas. Caminhando da doença à cura, este Fauno é guiado para a anatomia de um corpo que supere os fracassos de nossa humanidade consumista.

Clique para ver mais.

Teatro da Pombagira há 15 anos baseia-se em experimentação e hibridismo para criar ações que fundem as linguagens da performance, do teatro, da dança e do audiovisual.

Acreditamos na força do arquétipo brasileiro da Pombagira como tradutora do tipo de cena que construímos. O Teatro da Pombagira não está ligado à Umbanda ou a qualquer religião de matriz africana ou outra. Emprestamos da Umbanda o nome e principalmente a força da Pombagira como forma de expressão da potência, malícia, fisicalidade e sexualidade características de uma performatividade tipicamente brasileira. Como estética cênica, celebramos o corpo no centro de um teatro de imagens que foge dos diálogos típicos da dramaturgia textocêntrica, alcançando nossa potência através da visualidade, da cenografia, da trilha sonora e da qualidade do corpo presente em cena.

Em 2015 iniciamos a pesquisa “Homo Eros”, construindo trabalhos que partem da homossexualidade masculina como princípio de investigação crítica e poética de temas que atravessam a experiência gay hoje. O Teatro da Pombagira performa os aspectos castradores de nossa sexualidade e como eles afetam nossa subjetividade, nossa política e o nosso desencantamento do mundo, poetizando o esgotamento contemporâneo pela ótica das forças do corpo como metáfora da sociedade. Anatomia do Fauno esgarçou experiências eróticas ligadas à solidão desesperada, amores abortados, medo e culpa para sobre esses destroços desenhar uma utopia de liberdade e alegria. Em Demønios investigamos os demônios que atormentam e esgotam nossas forças vitais e transmutam as relações contemporâneas em uma dinâmica frenética de consumo e descarte. Fome da Carne traz peles e entranhas numa vertigem erótica e irracional como súplica do desejo. E em Sombra, falamos da censura do conhecimento e dos corpos; de repressão, julgamento e necropolítica.

Em 2020, damos continuidade à pesquisa Homo Eros em nova residência com a construção de dois novos trabalhos que estão atualmente em construção.

Nenhuma das fotos, vídeos ou outros materiais publicados aqui podem ser reproduzidos, copiados, editados, publicados, transmitidos ou usados de qualquer maneira sem autorização. Por favor entre em contato para quaisquer assuntos relacionados a publicação deste material.